Tão recorrente que se torna que devia haver um verbo para arritmia,
Para conseguir desdobrar-me em seis pronomes pessoais
E repartir a fome por sete predicados mortais.
Sou doente! Com o freio nos dentes, fervo ao lume de uma vigilante ficção.
Custa-me o prazer do delírio em dias de corpo velado
E de ter entregue algo sem saber, sem culpa e sem cuidado.
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Quando se amarra bem o próprio coração e se faz dele um prisioneiro, pode-se permitir ao próprio espírito muitas liberdades.
Nietzsche

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